Impressionismo: contexto histórico, características e artistas
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Questão 1 of 5
1. Question
(ENEM MEC/2010)
MONET, C. Mulher com sombrinha, 1875. 100x81cm. In: BECKETT, W. História da Pintura. São Paulo: Ática, 1997.
Em busca de maior naturalismo em suas obras e fundamentando-se em novo conceito estético, Monet, Degas, Renoir e outros artistas passaram a explorar novas formas de composição artística, que resultaram no estilo denominado Impressionismo. Observadores atentos da natureza, esses artistas passaram a
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Questão 2 of 5
2. Question
(UFG GO/2011)
Sandra Speidel/Getty Images.
O gosto da surpresa
Betty Milan
Nada é melhor do que se surpreender, olhar o mundo com olhos de criança. Por isso as pessoas gostam de viajar. Nem o trânsito, nem a fila no aeroporto, nem o eventual desconforto do hotel são empecilhos neste caso. Só viajar importa, ir de um para outro lugar e se entregar à cena que se descortina. Como, aliás, no teatro.
O turista compra a viagem baseado nas garantias que a agência de turismo oferece, mas se transporta em busca da surpresa. Porque é dela que nós precisamos mais. Isso explica a célebre frase navegar é preciso, viver não, erroneamente atribuída a Fernando Pessoa, já que data da Idade Média.
Agora, não é necessário se deslocar no espaço para se surpreender e se renovar. Olhar atentamente uma flor, acompanhar o seu desenvolvimento, do botão à pétala caída, pode ser tão enriquecedor quanto visitar um monumento histórico.
Tudo depende do olhar. A gente tanto pode olhar sem ver nada quanto se maravilhar, uma capacidade natural na criança e que o adulto precisa conquistar, suspendendo a agitação da vida cotidiana e não se deixando absorver por preocupações egocêntricas. Como diz um provérbio chinês, a lua só se reflete perfeitamente numa água tranquila.
O que nós vemos e ouvimos depende de nós. A meditação nos afasta do clamor do cotidiano e nos permite, por exemplo, ouvir a nossa respiração. Quem escuta com o espírito, e não com o ouvido, percebe os sons mais sutis. Ouve o silêncio, que é o mais profundo de todos os sons, como bem sabem os músicos. Numa de suas letras, Caetano Veloso diz que só o João (Gilberto) é melhor do que o silêncio. Porque o silêncio permite entrar em contato com um outro eu, que só existe quando nos voltamos para nós mesmos.
Há milênios, os asiáticos, que valorizam a longevidade, se exercitam na meditação, enquanto nós, ocidentais, evitamos o desligamento que ela implica. Por imaginarmos que sem estar ligado não é possível existir, ignoramos que o afastamento do circuito habitual propicia uma experiência única de nós mesmos, uma experiência sempre nova.
Desde a Idade Média, muitos séculos se passaram. Mas o lema dos navegadores continua atual. Surpreender-se é preciso. A surpresa é a verdadeira fonte da juventude, promessa de renovação e de vida.
VEJA. São Paulo: Abril, ed. 2184, set. 2010, p. 116.
A imagem impressionista complementa as ideias do texto
“O gosto da surpresa”. Nesse estilo artístico, a construção do sentido parte, predominantemente,
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Questão 3 of 5
3. Question
(FGV /2006)
Texto I
O Coronel e o Lobisomem
1 – Que faniquito é esse? Respeite a patente
2 e deixe de ficar sestrosa.
3 Foi quando, sem mais nem menos, deu
4 entrada no meu ouvido aquele assobio fi–
5 ninho, vindo não atinei de onde. Podia ser
6 cobra em vadiagem de luar. Se tal fosse, a
7 mula andava recoberta de razão. Por isso
8 dei prazo de espera para que a peçonha
9 da cobra saísse no claro. Nisso, outro as–
10 sobio passou rentoso de minha barba, com
11 tanta maldade que a mula estremeceu da
12 anca ao casco, ao tempo em que sobrevi–
13 nha do mato um barulho de folha pisada.
14 Inquiri dentro do regulamento militar:
15 – Quem vem lá?
16 De resposta tive novo assobio. Num re–
17 pente, relembrei estar em noite de lobiso–
18 mem – era sexta-feira. Tanto caçoei do
19 povo de Juca Azeredo que o assombrado
20 tomou a peito tirar vingança de mim,
21 como avisou Sinhozinho. Pois muito pesar
22 levava eu em não poder, em tal estado,
23 dar provimento ao caso dele. Sujeito de
24 patente, militar em serviço de água be–
25 nta, carecia de consentimento para travar
26 demanda com o lobisomem ou outra qual–
27 quer penitência dos pastos, mesmo que
28 fosse uma visagenzinha de menino pagão.
29 Sempre fui cioso da lei e não ia em noite
30 de batizado manchar, na briga de estrada,
31 galão e patente:
32– Nunca!
33 A mulinha, a par de tamanha responsabi–
34 lidade, que mula sempre foi bicho de
35 grande entendimento, largou o casco na
36 poeira. Para a frente a montaria não an–
37 dava, mas na direção do Sobradinho cor–
38 ria de vento em popa. Já um estirão era
39 andado quando, numa roça de mandioca,
40 adveio aquele figurão de cachorro, uma
41 peça de vinte palmos de pêlo e raiva. Na
42 frente de ostentação tão provida de ódio, a
43 mulinha de Ponciano debandou sem mi–
44 nha licença por terra de dormideira e
45 cipó, onde imperava toda raça de espinho,
46 caruru-de-sapo e roseta-de-frade. O luar
47 era tão limpo que não existia matinho de–
48 simportante para suas claridades – tudo
49 vinha à tona, de quase aparecer a raiz.
50 Aprovei a manobra da mula na certeza de
51 que lobisomem algum arriscava a sua
52 pessoa em tamanho carrascal. Enganado
53 estava eu. Atrás, abrindo caminho e des–
54 torcendo mato, vinha o vingancista do lo–
55 bisomem. Roncava como porco cevado.
56 Assim acuada, a mulinha avivou carreira,
57 mas tão desinfeliz que embaralhou a pata
58 do coice numas embiras-de-corda. Não
59 tive mais governo de sela e rédea. Caí
60 como sei cair, em posição militar, pronto a
61 repelir qualquer ofendimento. Digo, sem
62 alarde, que o lobisomem bem podia ter
63 saído da demanda sem avaria ou agravo,
64 caso não fosse um saco de malquerença.
65 Estando eu em retirada, pelo motivo já
66 sabido de ser portador de galão e patente,
67 não cabia a mim entrar em arruaça des–
68 guarnecido de licença superior. Disso não
69 dei conta ao enfeitiçado, do que resultou a
70 perdição dele. Como disse, rolava eu no
71 capim, pronto a dar ao caso solução brio–
72 sa, na hora em que o querelante apresen–
73 tou aquela risada de pouco caso e debo–
74 che:
75– Quá-quá-quá…
76 Não precisou de mais nada para que o gê–
77 nio dos Azeredos e demais Furtados vies–
78 se de vela solta. Dei um pulo de cabrito e
79 preparado estava para a guerra do lobiso–
80 mem. Por descargo de consciência, do que
81 nem carecia, chamei os santos de que sou
82 devocioneiro:
83 – São Jorge, Santo Onofre, São José!
CARVALHO, José Cândido de. O coronel e o lobisomen. 46. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000, pp.177-179
Assinale a alternativa que apresenta uma característica do impressionismo.
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Questão 4 of 5
4. Question
(UFMS/2009)
Sobre o Impressionismo, assinale a alternativa correta
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Questão 5 of 5
5. Question
(UEM/2009)
O Impressionismo foi um movimento artístico surgido na França no final do século XIX. A respeito deste movimento assinale a(s) alternativas correta(s).